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Archive for abril \28\UTC 2010

Só para mostrar que eu não morri, escrevo aqui estas linhas…

Meus amigos devem estar mesmo na dúvida porque já se passaram quase dois meses desde o último post.  Não se preocupem: logo que possível, vou dar uma de Hércules e juntar logo uns 12 trabalhos aqui.

Aliás, como muitas das minhas charges se baseiam em fatos (não preciso dizer “verídicos”, pois todo fato é verídico… dãããã…) é preciso dar tempo para as coisas acontecerem.

E como acontecem…

Enquanto isso, vou passar um dever de casa para vocês: leiam, de George Orwell, A Flor da Inglaterra (anteriormente publicado no Brasil como Moinhos de Vento).   Se eu tivesse tempo, faria uma quadrinização desse livro.  Ele fala do preço que se paga para ser fiel a si mesmo.   De certa forma, é uma versão baixo astral de  O Fio da Navalha, de W. Sommerset Maughan, que é um dos meus livros favoritos.

Por falar nisso, tem outro que eu gostaria muito de indicar, mas não sei se adianta porque é difícil de achar: Last and First Men, de Olaf Stapledon.  Ele nos faz pensar o quão pequenos nós somos quando se considera uma escala de dois bilhões de anos.  Eu não fui o único a gostar: o livro foi elogiado por Jorge Luis Borges, e foi uma das leituras que mais impressionou o grande Arthur C. Clarke, que o leu ainda na adolescência.  É um dos meus livros de cabeceira.

Por enquanto é só.  Até breve!

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