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Archive for agosto \27\UTC 2011

Exército dos Estados Confederados

Exército da União

Embora a regra fosse o uso do cinza pelos confederados (estados do Sul) e do azul pela União (estados do Norte), na verdade havia muitas variações.

O histórico regimento denominado “Washington Artillery” (141º Regimento de Artilharia de Campanha) era baseado na Virgínia do Norte e no Tennessee e, portanto, lutava pelos confederados, mas usava azul. Os zuavos usavam vermelho e azul; algumas unidades usavam verde, como os Alexandria Rifles.  Alguns confederados usavam um tom de marrom, conhecido como “butternut”.  Além disso, com o desenrolar da guerra, não era incomum que soldados do Sul, movidos pela necessidade, utilizassem chapéus civis e calças tomadas de inimigos mortos.  As tonalidades também tinham variações, seja pela origem do tecido, seja por fatores como lavagem, exposição ao sol, desgaste, sujeira etc.  Ainda assim, o cinza que eu usei talvez tenha ficado um pouco escuro demais, apesar de ser “light grey”.

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Artilharia

Artilharia Francesa

Napoleão foi oficial de artilharia.  Aliás, formou-se em metade do tempo na École Militaire em Paris, o que deve ter sido o resultado de um grande esforço.   Afinal, a artilharia era conhecida como “a arma erudita” devido a toda a matemática envolvida, e Napoleão foi examinado pelo grande matemático Laplace.

Após a graduação (1785) , o futuro imperador foi designado para servir no regimento de La Fère, em Valença-sobre-o-Ródano, e mais tarde, após um longo período de licença na Córsega,  foi para o regimento de Auxonne, ligado à Escola de Artilharia (1788).   Em 1793, seu desempenho comandando a artilharia no  cerco de Toulon assegurou-lhe a promoção a General de Brigada – extraordinário para um jovem de 24 anos.

As figuras da foto representam a guarnição de um canhão francês no período napoleônico, mas não necessariamente o próprio Bonaparte.

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Antoine Charles Louis Collinet, conde de Lasalle

(10 de maio 1775 – 6 de julho de 1809)

Antes de falarmos de Lasalle, convém dizer algumas palavras
sobre os hussardos.

Originalmente, o termo se aplicava a um tipo de cavalaria
ligeira húngara do Século XV.  A partir
de então, regimentos de hussardos foram adotados em diversos países, como na
Prússia, Bavária, Polônia, França e Espanha.
Meu xará Frederico, o Grande, utilizou-os amplamente na Guerra da
Sucessão Austríaca.  Tradicionalmente,
todos usavam bigodes.

Os hussardos cultivavam uma reputação de serem destemidos,
brigões, beberrões e mulherengos.
Lasalle era o estereótipo do hussardo, e fazia questão de manter essa
imagem.  Ficou famosa a sua frase: “Um
hussardo que não tenha morrido até os 30 anos é um canalha.”

Lasalle ficou conhecido por inúmeras proezas, como cruzar as
linhas inimigas para passar a noite com uma amante.  Participou de diversas campanhas: Itália,
Egito, Espanha, Prússia, Polônia e Áustria.
Esteve na tomada de Malta, na Batalha das Pirâmides, em Austerlitz,
Rivoli, Eylau, Heilsberg,  Golymin e
muitas outras.

Morreu na Batalha de Wagram, atingido entre os olhos por um
soldado austríaco desconhecido.  Seus
restos mortais estão nos Invalides, em Paris.

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Essas figuras foram pintadas por mim há muitos, muitos anos.  Na época, eu ainda não conhecia algumas técnicas e não atentava para certos detalhes.  Todas representam uniformes da Segunda Guerra Mundial.

Da esquerda para a direita:

1) soldado canadense na Europa;

2) oficial do exército italiano no norte da África;

3) Polícia do Exército (Inglaterra);

4) oficial da SS;

5) tripulante de tanque (Inglaterra);

6) aviador da USAAF (E.U.A.);

7) tripulante de tanque (Alemanha);

8 ) soldado da infantaria russa.

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Infantaria americana - Segunda Guerra Mundial

Infantaria americana - Segunda Guerra Mundial

Escala 1:72

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Rourke’s Drift

Infantaria britânica em Rourke's Drift - África do Sul

Escala 1:72

A batalha em Rourke’s Drift foi notável. Cerca de 150 soldados ingleses e coloniais enfrentaram algo entre 3000 e 4000 guerreiros zulus.  De um lado, a guarnição britânica tinha armas modernas e treinamento adequado, mas contava com poucos homens.  De outro, os zulus tinham apenas escudos de couro e lanças, além de alguns mosquetes e fuzis antiquados que eles mal sabiam usar, mas estavam em arrasadora maioria. 
Rourke’s Drift tinha sido um entreposto comercial e depois passou a abrigar uma missão religiosa.  Na época da batalha, o local ficava na divisa entre o Império Zulu e a colônia britânica.
O episódio foi retratado no clássico filme Zulu, com Michael Caine.

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Cavaleiro hospitalário.  Escala 1:32

No ano 600, o Papa Gregório I determinou a instalação de um
hospital em Jerusalém para cuidar dos peregrinos que visitavam a chamada “Terra
Santa”.  O hospital foi destruído em 1005
pelos muçulmanos, e reconstruído em 1023, voltando a atender os visitantes
cristãos.  Após a Primeira Cruzada, foi criada a Ordem dos Cavaleiros
Hospitalários.  Assim como ocorria com os templários,
tratava-se de um misto de ordem religiosa e força armada. No Século XVI, derrotados pelo Sultão Suleiman, os
hospitalários transferiram-se para a Europa, instalando-se na Ilha de Malta,
onde permaneceram até a conquista por Napoleão em 1798.  Os cavaleiros começaram a se dispersar,
encontrando abrigos em lugares diversos, inclusive na Rússia.  Em 1834, a ordem se restabeleceu e existe até
hoje com o nome de Soberana Ordem Militar de Malta.

Agora, sobre o modelo: originalmente, esta figura portava uma lança com uma flâmula.  Com as minhas sucessivas mudanças (e as destruições que acompanham o transporte), o pobre cavaleiro teve que ficar sem seu adereço.

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